Nova experiência 1:
Ocidente, sexta-feira (ok, vocês sabem do que eu estou falando)...
Menina "A" passa a festa inteira vidrada na Menina "B". Ambas trocaram olhares interessantes semanas antes, em outra festinha. Nada ocorreu. Menina "A", que apesar de curiosa nunca se ligou muito nessas coisas, mas afinal a vida sexual não deve ser posta em caixinhas, resolve entregar o telefone num papelzinho para Menina "B" - mesmo tendo consciência que Menina "B" estava com uma Menina "C", sua suposta namorada. Ensaia a abordagem com amigos e amigas do babado. Quando a oportunidade finalmente se oferece (Menina "B" sozinha)...
Menina "A": Oi, desculpe te abordar assim, mas... Tu te importa se eu te der meu telefone*?
(*já previamente anotado, papelzinho o qual menina "B" jamais imaginou existir.)
Menina "B": (sorrisinho) Eu tenho namorada...
Menina "A": (sorriso e desaparece da festa. Espera, sinceramente, embarcar para bem longe antes de um dia reencontrar menina "B").
E así pasan los días...
Nova experiência 2:
É demasiada coragem e ousadia levar seu irmão para uma festa gay?
E levá-lo com seus amigos também gays?
Sendo que vocês dois nunca tocaram neste assunto antes?
Brilhante maneira de quebrar o gelo.
Saturday, June 17, 2006
Tuesday, June 13, 2006
Jolly good
Torna-se inevitável, infelizmente, a exposição prolongada e fastidiosa aos martírios da Copa do Mundo. Enquanto eu batalho bravamente na busca da mais vaga - nem que seja - compreensão de como pode alguém se interessar por, digamos, México versus Irã, deixo-vos com aquela que me parece a única partida de futebol realmente 'assistível'.
http://www.youtube.com/watch?v=xrShK-NVMIU&search=graham%20chapman
E se isto também falhar, se o desejo de assistir Angola versus Portugal persistir, peço encarecidamente que se recordem de nosso hermano Borges, o melhor dos argentinos - sobretudo porque ele, o último dos sensatos, era inimigo declarado deste esporte ininteligível.
Por diós, não podemos todos nos reunir para uma amigável partida de Curling and some tea?
http://www.youtube.com/watch?v=xrShK-NVMIU&search=graham%20chapman
E se isto também falhar, se o desejo de assistir Angola versus Portugal persistir, peço encarecidamente que se recordem de nosso hermano Borges, o melhor dos argentinos - sobretudo porque ele, o último dos sensatos, era inimigo declarado deste esporte ininteligível.
Por diós, não podemos todos nos reunir para uma amigável partida de Curling and some tea?
Friday, June 09, 2006
Sorte de hoje:
Há uma carta ou mensagem alegre chegando para você.
Tomara!!!! Eu sinto que sim, sinto que faltam poucos dias, algo em torno de múltiplos de 4.
Ai, gente, falo sério... Quero ir embora logo. Já cheguei até a pensar em desistir, por medo de estar lá sozinha. Sorte que Marten estará a um canal da mancha de distância.
Enfim, tão pouco pra dizer... Meio sem inspiração, na verdade. Dizem as más línguas que meus olhos brilham, mas brilhar pro nada é tão sem graça...
E termina aqui um post in blue.
Tomara!!!! Eu sinto que sim, sinto que faltam poucos dias, algo em torno de múltiplos de 4.
Ai, gente, falo sério... Quero ir embora logo. Já cheguei até a pensar em desistir, por medo de estar lá sozinha. Sorte que Marten estará a um canal da mancha de distância.
Enfim, tão pouco pra dizer... Meio sem inspiração, na verdade. Dizem as más línguas que meus olhos brilham, mas brilhar pro nada é tão sem graça...
E termina aqui um post in blue.
Thursday, June 08, 2006
ah, falaí, é bonitinho! :)
Fazia horas que eu não postava e tenho certeza que Martenzito vai olhar pra nova cara deste blog e dizer: 'por deus, que coisa mais viadinha'.
Em primeiro lugar, sem preconceitos, ok? Vive la diversité.
Em segundo, é um layout quase infantil, que representa a média das nossas idades.
Me senti no jardim de infância, brincando de desenhar. :)
Quem não gostar, por favor, troque agora ou cale-se para sempre.
Olá!
Em primeiro lugar, sem preconceitos, ok? Vive la diversité.
Em segundo, é um layout quase infantil, que representa a média das nossas idades.
Me senti no jardim de infância, brincando de desenhar. :)
Quem não gostar, por favor, troque agora ou cale-se para sempre.
Olá!
Saturday, June 03, 2006
rules are for breaking
Friday, May 26, 2006
Não é perseguição, eu juro que não é.
Vamos encarar isso como uma pesquisa de macroambiente, shall we?
Não é tu que sempre diz que vai prospect the british?
Pois bem, estou apenas prestando assistência. In my own special way, mas estou.
.
.
.
Terça, 23 de maio de 2006, 23h19
Cães britânicos levam uma vida boa, diz pesquisa
A Grã-Bretanha está confirmando sua reputação de país que ama os cachorros, pois muitos proprietários alimentam seus animais com refeições mais saudáveis e gostosas do que as que eles próprios comem, indicou uma pesquisa publicada na quarta-feira.
Um estudo com 1.337 donos de cachorros apurou que 18 por cento deles dão alimentos frescos a seus bichinhos, em vez de comida em lata.
Como consequência, 21 por cento dos cães apreciam queijo, 15 por cento comem peixe e 9 por cento, vegetais.
Mais de um quarto dos entrevistados disseram que degustariam a comida comprada para seu cachorro.
Não é tu que sempre diz que vai prospect the british?
Pois bem, estou apenas prestando assistência. In my own special way, mas estou.
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Terça, 23 de maio de 2006, 23h19
Cães britânicos levam uma vida boa, diz pesquisa
A Grã-Bretanha está confirmando sua reputação de país que ama os cachorros, pois muitos proprietários alimentam seus animais com refeições mais saudáveis e gostosas do que as que eles próprios comem, indicou uma pesquisa publicada na quarta-feira.
Um estudo com 1.337 donos de cachorros apurou que 18 por cento deles dão alimentos frescos a seus bichinhos, em vez de comida em lata.
Como consequência, 21 por cento dos cães apreciam queijo, 15 por cento comem peixe e 9 por cento, vegetais.
Mais de um quarto dos entrevistados disseram que degustariam a comida comprada para seu cachorro.
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Ok, vejamos. Vamos imaginar um british chegando em casa com suas compras , abrindo uma lata de Pedigree Lean Beef & Liver Dinner in Meaty Juices, servindo-se de uma colherada, exclamando "Jolly good!" e palitando os dentes com uma chave de fenda.
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Mas quem disse que a gente queria decadence avec elegance, né?
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Se fosse assim, a gente teria ido pra Paris. (Olá Caio!)
Monday, May 22, 2006
(: Agora eu tenho um deadline! :)
É com muito orgulho que informo aos amigos e fuxiqueiros de plantão que hoje defini meu último dia de trabalho: 04/08. Ou o último dia do segundo trimestre fiscal do ano calendário de 2006.
[aplausos]
É com orgulho também que informo que esta data não é, a priori, a data da viagem. Se tudo der certo e:
1. a embaixada entender que eu NÃO QUERO MORAR NA INGLATERRA PARA SEMPRE;
2. que eu NÃO PENSO em tirar vagas de trabalho de cidadãos europeus;
3. que tudo o que eu quero e deixar um pouquinho da minha simpatia, beleza e competência [cof, cof, cof] profissional pelo além-mar;
4. que EU AMO OS CARIOCAS e, especialmente por isso, quero voltar pro Brasil;
eu devo viajar até o fim de julho.
E Marten estará lá, lépido, lindo e faceiro me aguardando para alguns rendez-vous à Paris.
[mais aplausos]
Parece que agora eu começo a embarcar de verdade.
Frio na barriga!!!
[aplausos]
É com orgulho também que informo que esta data não é, a priori, a data da viagem. Se tudo der certo e:
1. a embaixada entender que eu NÃO QUERO MORAR NA INGLATERRA PARA SEMPRE;
2. que eu NÃO PENSO em tirar vagas de trabalho de cidadãos europeus;
3. que tudo o que eu quero e deixar um pouquinho da minha simpatia, beleza e competência [cof, cof, cof] profissional pelo além-mar;
4. que EU AMO OS CARIOCAS e, especialmente por isso, quero voltar pro Brasil;
eu devo viajar até o fim de julho.
E Marten estará lá, lépido, lindo e faceiro me aguardando para alguns rendez-vous à Paris.
[mais aplausos]
Parece que agora eu começo a embarcar de verdade.
Frio na barriga!!!
Saturday, May 20, 2006
Lista VIP, lista cinza, Calabouço, lista Negra e fogueira.
Em épocas de aniversário eu costumo rever o que o Orkut modernamente chamou de "relationship status" com certas pessoas. Este ano, eu gostaria de sugerir pro dono do orkut a criação das seguintes categorias:
Lista VIP - como diz o próprio nome, a lista daquelas pessoas queridas, suuuuper fófis, que mesmo quando não podem estar junto comigo, estão perto de coração.
Lista Cinza - uhm... disse que era amigo(a), falou que ia mas deu uma desculpa esfarrapada de última hora por diversas vezes, falou o que não devia, teve atitude preconceituosa com amigos da lista VIP... Estas pessoas ainda possuem vida social, mas estão a poucos passos do calabouço ou com passe direto para a lista negra, dependendo da gravidade do delito. De qualquer forma, ainda existe alguma chance de voltar para a lista VIP (mas tem que se comportar direitinho).
Calabouço - Putz, o calabouço é foda... No calabouço a pessoa é automaticamente excluída de convites de festinha, não é chamada para mates no domingo na redenção e perde totalmente o direito a usufruir de boas companhias. O máximo que consegue é voltar para a lista cinza. A situação é bem complicada...
Lista Negra - NUNCA, eu disse NUNCA faça parte da lista negra de um RP. Ou desista de ser RP se estiver na lista negra de alguém influente. É o fim; mude de carreira, volte pro início do jogo, troque de sexo... A lista negra é o lugar daquelas pessoas que pisaram feio na bola e não reconheceram - sim, aquelas que se acham a bolachinha mais recheada do pacote...
Fogueira - bom, acho que nem precisa explicar, né? Vai para a fogueira quem entrou para a lista negra e, avisado(a), resolveu cometer alguma outra 'gracinha'. A fogueira é o momento em que se esquece tudo o que passou de bom e queima o que ficou de ruim. Depois de enfogueirado, não há como se restabelecer e retornar para qualquer outra lista. Ou há: talvez nascendo de novo... Que pena, né? Mas é difícil pra todo mundo, fazer o quê...
Tão bom quando a vida pode ser organizada em caixinhas!!!
Lista VIP - como diz o próprio nome, a lista daquelas pessoas queridas, suuuuper fófis, que mesmo quando não podem estar junto comigo, estão perto de coração.
Lista Cinza - uhm... disse que era amigo(a), falou que ia mas deu uma desculpa esfarrapada de última hora por diversas vezes, falou o que não devia, teve atitude preconceituosa com amigos da lista VIP... Estas pessoas ainda possuem vida social, mas estão a poucos passos do calabouço ou com passe direto para a lista negra, dependendo da gravidade do delito. De qualquer forma, ainda existe alguma chance de voltar para a lista VIP (mas tem que se comportar direitinho).
Calabouço - Putz, o calabouço é foda... No calabouço a pessoa é automaticamente excluída de convites de festinha, não é chamada para mates no domingo na redenção e perde totalmente o direito a usufruir de boas companhias. O máximo que consegue é voltar para a lista cinza. A situação é bem complicada...
Lista Negra - NUNCA, eu disse NUNCA faça parte da lista negra de um RP. Ou desista de ser RP se estiver na lista negra de alguém influente. É o fim; mude de carreira, volte pro início do jogo, troque de sexo... A lista negra é o lugar daquelas pessoas que pisaram feio na bola e não reconheceram - sim, aquelas que se acham a bolachinha mais recheada do pacote...
Fogueira - bom, acho que nem precisa explicar, né? Vai para a fogueira quem entrou para a lista negra e, avisado(a), resolveu cometer alguma outra 'gracinha'. A fogueira é o momento em que se esquece tudo o que passou de bom e queima o que ficou de ruim. Depois de enfogueirado, não há como se restabelecer e retornar para qualquer outra lista. Ou há: talvez nascendo de novo... Que pena, né? Mas é difícil pra todo mundo, fazer o quê...
Tão bom quando a vida pode ser organizada em caixinhas!!!
Friday, May 12, 2006
it just keeps getting worse and worse..
Tá, agora é oficial.
Ari, eu não vou deixar tu ir com essa gente. Ligue já para o consulado e cancele o visto.
Eu sei que ficou bem claro neste post que higiene não é o forte deles, mas sempre vale a pena reforçar.
Obrigada.
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Mais de 60% dos britânicos usam objetos como chaves de fenda, tesouras e brincos para remover comida de entre os dentes, de acordo com uma pesquisa publicada nesta sexta-feira.
A Pesquisa Dental Nacional descobriu que, com relação à higiene oral, as pessoas usam o que estiver por perto para palitar os dentes.
Mais de 60% dos entrevistados pela Fundação de Saúde Dental Britânica disseram utilizar objetos substitutivos, incluindo facas, chaves, agulhas e garfos.
O estudo também concluiu que 23% das pessoas deixam comida presa entre os dentes, aumentando o risco de gengivite e mau hálito.
A Pesquisa Dental Nacional descobriu que, com relação à higiene oral, as pessoas usam o que estiver por perto para palitar os dentes.
Mais de 60% dos entrevistados pela Fundação de Saúde Dental Britânica disseram utilizar objetos substitutivos, incluindo facas, chaves, agulhas e garfos.
O estudo também concluiu que 23% das pessoas deixam comida presa entre os dentes, aumentando o risco de gengivite e mau hálito.
Monday, May 08, 2006
aren't they all
Às vezes eu fico com medo por ti, Ari, que estará na companhia dessa gente - ahmm - criativa*.
If only they could put all this energy and effort to stuff like... brainstorming here... say, LAUNDRY? :)
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If only they could put all this energy and effort to stuff like... brainstorming here... say, LAUNDRY? :)
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* hooray para os eufemismos.
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Uma mulher do condado de Suffolk, na Inglaterra, fez uma viagem de 1.870 km em seis semanas usando 73 tipos diferentes de transporte, segundo o jornal The Daily Mirror.
Roz Gordon, 35 anos, seguiu para o sul com seu cachorro, andando de trenó, uniciclo e camelo, de John o'Groats a Land's End, no condado Cornwall, no extremo oeste do país. A fotógrafa usou cada método por pelo menos 100 metros e no máximo 80 km. Ela completou sua jornada em 183 etapas.
Entre os meios de transporte, ela usou ambulância, bicicleta, ônibus, carrinho de golf, patins, cadeira de rodas, montanha-russa, skate e até pula-pula de bola e esteira de bagagem.
Roz Gordon, 35 anos, seguiu para o sul com seu cachorro, andando de trenó, uniciclo e camelo, de John o'Groats a Land's End, no condado Cornwall, no extremo oeste do país. A fotógrafa usou cada método por pelo menos 100 metros e no máximo 80 km. Ela completou sua jornada em 183 etapas.
Entre os meios de transporte, ela usou ambulância, bicicleta, ônibus, carrinho de golf, patins, cadeira de rodas, montanha-russa, skate e até pula-pula de bola e esteira de bagagem.
Tuesday, May 02, 2006
o pequeno seinfeld que each and every one of us carrega dentro de si
...apenas um fragmento de minha estadia em Buenos Aires este feriado.
Mãe - Que tal ir visitar o túmulo da Evita hoje pela manhã?
Me - Ah mãe, que coisa mais mórbida. Eu preferia evitar essa visita.
Me - Hãn, hãn, "evitar"!
Me - Alô?
(..bola de feno..)
Me - Tá, eu não faço mais piadas. Groh.
Tuesday, April 18, 2006
Monday, April 10, 2006
Assistam V for Vendetta. Agora.
Evey: Who--who are you?
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V: Who? Who is but the form following the function of what... and what I am is a man in a mask.
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Evey: I can see that.
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V: Who? Who is but the form following the function of what... and what I am is a man in a mask.
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Evey: I can see that.
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V: Of course you can. I'm not questioning your powers of observation, I'm merely remarking on the paradox of asking a masked man who he is.
Tuesday, April 04, 2006
Achei essa definição perfeita...
... para o que QUEREMOS ser. Levantem-se, por favor, e repitam em posição de sentido, com a mão direita sobre o lado esquerdo do peito o seguinte:
"Somos idealistas livre-pensadores que rejeitamos restrições socialmente impostas. Acreditamos na nossa capacidade de criar nossa própria estrutura moral."
(To lendo Quando Nietzsche Chorou, o momento best seller do meu ano, e ri muito qdo vi essa frase. Lembrei de Caio e Bruninha Gil. Alguém explica o porquê? :)
"Somos idealistas livre-pensadores que rejeitamos restrições socialmente impostas. Acreditamos na nossa capacidade de criar nossa própria estrutura moral."
(To lendo Quando Nietzsche Chorou, o momento best seller do meu ano, e ri muito qdo vi essa frase. Lembrei de Caio e Bruninha Gil. Alguém explica o porquê? :)
Soy tchuca por tí, América...
Comecei a elaborar minha festa de despedida. Por enquanto é apenas um brainstorming, então colaborem...
- convidados: amigos legais. só os legais. os chatos ficarão sabendo da festa ao bisbilhotar meu orkut depois que eu tiver chegado lá. (adorei essa parte, pois ela me coloca um passo a frente dos leitores samambaia!)
- local: possivelmente um bar gay, no mínimo GLS, pois sou uma defensora das minorias (e, se seguir ao pé da letra o que dizem ao meu redor, quiçá parte dela).
- título: Soy tchuca por tí, América - uma ode aos drinks latinos, para morrer de saudade y no olvidar jamás!
- mote: é uma mistura de bebidas mesmo, então vamos misturar o som também.
começa com drinks locais (caipirinha, cachaça) e vai subindo pelo continente americano (pisco sour, mojitos, cuba libre y otras cositas más). o mesmo acontece com a música. abriremos a festa com TNT, um pouco de Graforréia, Ultramen, funkadelic, sambafunk e batidas brazucas bem contemporâneas, como DB de Patife e Fernandinha Porto pra lembrar siempre de la ciudad y de la tierra maravillosa.
quero uma parte brega - com hits dançantes da shakira, gennie in a bottle (como é mesmo o nome da moça?), aquela carolina marquez (??) e nosso Killer Song e chegamos finalmente ao lado musical mais podre dos US: Britney Spears e Mariah Carey (Heartbreaker em homenagem aos gaúchos mau-caráter).
a essa altura eu já vou estar bem bebumzinha. então vou querer ouvir tudo o que é lado bê dançante, além, claro, de bastante música eletrônica em blocos misturados com hits clássicos da minha vida, specially 80's e mais especialmente ainda Madonna(estou trabalhando nos playlists!)
- figurino: algo very caliente. sexy sem ser vulgar, as usual, como diria meu querido John. decidirei a posteriori.
- convidados: amigos legais. só os legais. os chatos ficarão sabendo da festa ao bisbilhotar meu orkut depois que eu tiver chegado lá. (adorei essa parte, pois ela me coloca um passo a frente dos leitores samambaia!)
- local: possivelmente um bar gay, no mínimo GLS, pois sou uma defensora das minorias (e, se seguir ao pé da letra o que dizem ao meu redor, quiçá parte dela).
- título: Soy tchuca por tí, América - uma ode aos drinks latinos, para morrer de saudade y no olvidar jamás!
- mote: é uma mistura de bebidas mesmo, então vamos misturar o som também.
começa com drinks locais (caipirinha, cachaça) e vai subindo pelo continente americano (pisco sour, mojitos, cuba libre y otras cositas más). o mesmo acontece com a música. abriremos a festa com TNT, um pouco de Graforréia, Ultramen, funkadelic, sambafunk e batidas brazucas bem contemporâneas, como DB de Patife e Fernandinha Porto pra lembrar siempre de la ciudad y de la tierra maravillosa.
quero uma parte brega - com hits dançantes da shakira, gennie in a bottle (como é mesmo o nome da moça?), aquela carolina marquez (??) e nosso Killer Song e chegamos finalmente ao lado musical mais podre dos US: Britney Spears e Mariah Carey (Heartbreaker em homenagem aos gaúchos mau-caráter).
a essa altura eu já vou estar bem bebumzinha. então vou querer ouvir tudo o que é lado bê dançante, além, claro, de bastante música eletrônica em blocos misturados com hits clássicos da minha vida, specially 80's e mais especialmente ainda Madonna(estou trabalhando nos playlists!)
- figurino: algo very caliente. sexy sem ser vulgar, as usual, como diria meu querido John. decidirei a posteriori.
Thursday, March 23, 2006
watch out, Ari.
Quinta, 23 de março de 2006, 10h11
10% dos ingleses usam roupa de baixo por 3 dias
O levantamento de Gaynor Lea-Greenwood, professora de marketing de moda da Manchester Metropolitan University, afirma que 5% da população também admite que veste calcinhas ou cuecas pelo avesso para poder usar as roupas de baixo por mais um dia.
"Temos muito que aprender nesse departamento", diz Lea-Greenwood, que admite que os ingleses têm "idéias curiosas sobre limpeza".
Mais da metade da população também guarda e ainda veste roupas de baixo de 10 a 20 anos atrás, segundo a mesma enquete.
Mas há variações regionais: 34% das pessoas em West Midlands (centro-oeste), onde fica a cidade de Birmingham, pulverizam perfume nas calcinhas ou cuecas para elas cheirarem melhor.
Somente 17% dos ingleses do sudoeste do país (Exeter e Devon) fazem o mesmo, e 19% passam perfume na roupa de baixo no nordeste do país, onde fica Newscastle.
10% dos ingleses usam roupa de baixo por 3 dias
Um em cada dez ingleses usa a mesma roupa de baixo por três dias seguidos, de acordo com uma enquente feita por uma academica da Universidade de Manchester.
O levantamento de Gaynor Lea-Greenwood, professora de marketing de moda da Manchester Metropolitan University, afirma que 5% da população também admite que veste calcinhas ou cuecas pelo avesso para poder usar as roupas de baixo por mais um dia.
"Temos muito que aprender nesse departamento", diz Lea-Greenwood, que admite que os ingleses têm "idéias curiosas sobre limpeza".
Mais da metade da população também guarda e ainda veste roupas de baixo de 10 a 20 anos atrás, segundo a mesma enquete.
Mas há variações regionais: 34% das pessoas em West Midlands (centro-oeste), onde fica a cidade de Birmingham, pulverizam perfume nas calcinhas ou cuecas para elas cheirarem melhor.
Somente 17% dos ingleses do sudoeste do país (Exeter e Devon) fazem o mesmo, e 19% passam perfume na roupa de baixo no nordeste do país, onde fica Newscastle.
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and then again, Laundry Day deve ser um feriado nacional na Inglaterra (as in once a year).
é por essas e outras que ah love mair'ca.
( I love america, seus dois stuck-ups que não entendem nada que não tenha um posh accent)
Tuesday, March 21, 2006
Monday, March 20, 2006
Monday, March 13, 2006
Parangolé.
Resolvi protestar.
As últimas notícias que relacionaram Londres e o Brasil na semana passada foram sobre nosso Ilmo. Sr. Presidente da República e o mais musical de seus auxiliares (sic), Ministro Gilberto Gil, aquele que eu respeito desde que não se candidate ao Governo do Rio de Janeiro (por Diós!!!). Assim, resolvi publicar aqui uma historinha de Bruna Gil enviada estes dias pelo msn corporativo. Fiz algumas adptações livres, baseada em matérias do Terra como esta, sobre TV Digital e PARANGOLÉ. Hein?!
Presidente Lula encontra Ministro Gil:
_o/ _o_ oi!!!!
Ministro Gil:
_ô_ _o_ olha meu parangolé!
Presidente Lula:
_ô_ \o_ me dá!
Ministro Gil:
/ô\ \o_ nãããão!!!
<ó> ^\o_ minha cultura!
Presidente Lula:
_ó_ _ô_ tchau!
Ministro Gil:
_ó> que /istréis/... préciso rélaxar...
_o-`´ e assim o Ministro produziu fog fora de época na terra da Rainha.
As últimas notícias que relacionaram Londres e o Brasil na semana passada foram sobre nosso Ilmo. Sr. Presidente da República e o mais musical de seus auxiliares (sic), Ministro Gilberto Gil, aquele que eu respeito desde que não se candidate ao Governo do Rio de Janeiro (por Diós!!!). Assim, resolvi publicar aqui uma historinha de Bruna Gil enviada estes dias pelo msn corporativo. Fiz algumas adptações livres, baseada em matérias do Terra como esta, sobre TV Digital e PARANGOLÉ. Hein?!
Presidente Lula encontra Ministro Gil:
_o/ _o_ oi!!!!
Ministro Gil:
_ô_ _o_ olha meu parangolé!
Presidente Lula:
_ô_ \o_ me dá!
Ministro Gil:
/ô\ \o_ nãããão!!!
<ó> ^\o_ minha cultura!
Presidente Lula:
_ó_ _ô_ tchau!
Ministro Gil:
_ó> que /istréis/... préciso rélaxar...
_o-`´ e assim o Ministro produziu fog fora de época na terra da Rainha.
Sunday, March 12, 2006
Thursday, March 02, 2006
Acho que a definição do "tema" é aqui e agora.
"Estive querendo escrever algo de uma vez por todas, inaugurar os gerúndios e os erros de concordância..."
Vamos combinar o seguinte: eu concordo que gerúndio é péssimo. Mas ele reflete a língua falada. E aqui temos um reflexo deste reflexo da língua [um blog]. Logo, creio que devas te prender aos teus próprios critérios. Até porque se quiseres tens como editar tudo o que eu e Bruninha escrevermos [eu não me oponho de forma alguma - ao contrário, agradeço!!!].
Temos aqui no blog o que uma vez Bakhtin referiu como um "ato de fala impresso", que constitui igualmente um elemento da comunicação verbal. O ato de fala impresso deve ser um objeto de discussões ativas sob a forma de diálogo e, além disso, é feito para ser apreendido de maneira ativa, para ser estudado a fundo, comentado e criticado no discurso interior sem contar as reações impressas, institucionalizadas, que se encontram nas diferentes esferas da comunicação verbal.
Livre-se das tuas amarras. E poste os teus textos logo! :)
"Estive querendo escrever algo de uma vez por todas, inaugurar os gerúndios e os erros de concordância..."
Vamos combinar o seguinte: eu concordo que gerúndio é péssimo. Mas ele reflete a língua falada. E aqui temos um reflexo deste reflexo da língua [um blog]. Logo, creio que devas te prender aos teus próprios critérios. Até porque se quiseres tens como editar tudo o que eu e Bruninha escrevermos [eu não me oponho de forma alguma - ao contrário, agradeço!!!].
Temos aqui no blog o que uma vez Bakhtin referiu como um "ato de fala impresso", que constitui igualmente um elemento da comunicação verbal. O ato de fala impresso deve ser um objeto de discussões ativas sob a forma de diálogo e, além disso, é feito para ser apreendido de maneira ativa, para ser estudado a fundo, comentado e criticado no discurso interior sem contar as reações impressas, institucionalizadas, que se encontram nas diferentes esferas da comunicação verbal.
Livre-se das tuas amarras. E poste os teus textos logo! :)
Wednesday, March 01, 2006
Assim, de cara, quero deixar bem dito que
Assim, de cara, quero deixar bem dito que não foi culpa minha. Recebi o memorando em tempo hábil e assimilei as reprimendas em silêncio. Estive querendo escrever algo de uma vez por todas, inaugurar os gerúndios e os erros de concordância, quebrar de uma vez com este silêncio abjeto, porém sempre havia alguma coisa em meu caminho – alguma coisa invariavelmente mais interessante do que meus pareceres ensimesmados da vida.
Primeiro, foi a viagem. Quando a simbólica fita vermelha que lacrava este blog foi cortada, o hímen rompido, a garrafa de champagne barata quebrada no casco, eu estava com minha mochila imperialista da Nike nas costas conhecendo algumas cidades uruguaias pelas quais havia cruzado de carro em idas anteriores.
Depois veio o cinema, seis sessões seguidas: Memórias de uma Gueixa, Johnny & June, Syriana, Boa Noite e Boa Sorte, Match Point e Fora de Rumo.
Em seguida, interveio o curling. O curling, como vocês todos sabem, é uma das modalidades das Olimpíadas de Inverno, e, de longe, meu esporte favorito. Consiste em lançar, sobre o deslizante gelo primeiro-mundista, peças de vinte quilos em direção a três círculos coloridos sobrepostos situados na outra extremidade da cancha. A equipe que conseguir posicionar, ao fim da rodada, a(s) pedra(s) mais próxima, vence a etapa. Entre um lançamento e outro, um par de varredores esfrega freneticamente a pista para moldar a superfície conforme a necessidade da equipe, impulsionando ou travando as pedras deslizantes. O curling, meus caros, é a mais nobre das contendas. Além do quê, qualquer esporte que não exija esforço físico ou produza suor, seja puramente estratégico[1] e permita que se tome um chazinho entre um lançamento e outro, é um esporte digno de ser chamado de meu.
Por fim, prenderam-me os livros. Como passaria o feriadão do tal carnaval junto à minha família, no interior do interior, muni a fatídica mochila imperialista da Nike com três edições previamente selecionadas: “Humano, Demasiado Humano”, de Nietzsche; “Inside the Whale”, de George Orwell; e “Os Sofrimentos do Jovem Werther”, de Goethe. Acabei os devorando compulsivamente e ignorando por completo o tal post inicial.
Além do quê, havia uma certa ruptura interna quanto à linha editorial a ser seguida, uma discussão da qual escolhi não participar, procurando habituar-me com o fato de que serei voto vencido por aqui devido a um mero detalhe anatômico. (Inclusive, senhoritas, não recebi o briefing das resoluções tomadas quanto a isto. Vai virar oba-oba, é? Lavaremos roupa suja em público e tudo o mais, hein?).
Enfim, o gelo foi rompido de maneira breve e eficiente – não ousaria acostumar-vos com performances suntuosas por saber que o nível não poderia ser mantido por muito tempo (as pessoas cansam, a relação se desgasta, o conformismo puxa uma cadeira na sala e fica por lá, e quando menos se percebe estamos assistindo Oprah ou lendo as páginas de economia do jornal de sua preferência).
“Deus te livre, leitor, de prólogos longos. A citação é de Quevedo, que, para não cometer um anacronismo que com o tempo seria descoberto, jamais leu os de Shaw”.
E “Deus te livre de rir disso”, leitor.
Primeiro, foi a viagem. Quando a simbólica fita vermelha que lacrava este blog foi cortada, o hímen rompido, a garrafa de champagne barata quebrada no casco, eu estava com minha mochila imperialista da Nike nas costas conhecendo algumas cidades uruguaias pelas quais havia cruzado de carro em idas anteriores.
Depois veio o cinema, seis sessões seguidas: Memórias de uma Gueixa, Johnny & June, Syriana, Boa Noite e Boa Sorte, Match Point e Fora de Rumo.
Em seguida, interveio o curling. O curling, como vocês todos sabem, é uma das modalidades das Olimpíadas de Inverno, e, de longe, meu esporte favorito. Consiste em lançar, sobre o deslizante gelo primeiro-mundista, peças de vinte quilos em direção a três círculos coloridos sobrepostos situados na outra extremidade da cancha. A equipe que conseguir posicionar, ao fim da rodada, a(s) pedra(s) mais próxima, vence a etapa. Entre um lançamento e outro, um par de varredores esfrega freneticamente a pista para moldar a superfície conforme a necessidade da equipe, impulsionando ou travando as pedras deslizantes. O curling, meus caros, é a mais nobre das contendas. Além do quê, qualquer esporte que não exija esforço físico ou produza suor, seja puramente estratégico[1] e permita que se tome um chazinho entre um lançamento e outro, é um esporte digno de ser chamado de meu.
Por fim, prenderam-me os livros. Como passaria o feriadão do tal carnaval junto à minha família, no interior do interior, muni a fatídica mochila imperialista da Nike com três edições previamente selecionadas: “Humano, Demasiado Humano”, de Nietzsche; “Inside the Whale”, de George Orwell; e “Os Sofrimentos do Jovem Werther”, de Goethe. Acabei os devorando compulsivamente e ignorando por completo o tal post inicial.
Além do quê, havia uma certa ruptura interna quanto à linha editorial a ser seguida, uma discussão da qual escolhi não participar, procurando habituar-me com o fato de que serei voto vencido por aqui devido a um mero detalhe anatômico. (Inclusive, senhoritas, não recebi o briefing das resoluções tomadas quanto a isto. Vai virar oba-oba, é? Lavaremos roupa suja em público e tudo o mais, hein?).
Enfim, o gelo foi rompido de maneira breve e eficiente – não ousaria acostumar-vos com performances suntuosas por saber que o nível não poderia ser mantido por muito tempo (as pessoas cansam, a relação se desgasta, o conformismo puxa uma cadeira na sala e fica por lá, e quando menos se percebe estamos assistindo Oprah ou lendo as páginas de economia do jornal de sua preferência).
“Deus te livre, leitor, de prólogos longos. A citação é de Quevedo, que, para não cometer um anacronismo que com o tempo seria descoberto, jamais leu os de Shaw”.
E “Deus te livre de rir disso”, leitor.
Porque o primeiro é de Borges e o segundo, de Goethe.
_____
[1] Porque, por mais que eu mande cartas irritadas àquele suposto Comitê, com C maiúsculo, não há jeito de reconhecerem War como uma modalidade olímpica oficial.
[1] Porque, por mais que eu mande cartas irritadas àquele suposto Comitê, com C maiúsculo, não há jeito de reconhecerem War como uma modalidade olímpica oficial.
You've got mail
Adoro receber sedex no trabalho.
É como se fosse um reminder de que existe vida além do cubículo que habito. Como se fosse um sinal. Me sinto como a civilização egípcia quando recebeu visitas alienígenas, que construiram as pirâmides para eles. Inicialmente, as pirâmides seriam em forma de cilindro, mas o arquiteto alienígena errou os cálculos no software dele¹. Os egípcios deviam estar lá, entediados com a rotina de subir e descer pelo rio nilo, adorar diversos deuses e o blá blá blá de sempre... quando, de repente, recebem esta visita inusitada, e são lembrados de que there's more to acrobat than just reader, you know?
Pois bem. Hoje recebo uma caixa grande e pesada. Pensei com os meus botões que deveriam ser catálogos dentro da caixa, folders, etc.. essas coisas que nós, os marketeiros, fazemos.
Não me deixei abalar pela falta de esperança por um conteúdo interessante, e abri a caixa com a mesma voracidade de uma criança de 5 anos ganhando presentes de aniversário de uma tia gorda (por mais que você saiba que certamente não passa de um par de meias, você abre o pacote como se fosse um PlayStation 3).
E não é que era mesmo um presente? Sim!!
Um dos meus fornecedores me enviou um canivete suíço cromado.
Só podia ser brinde da minha agência de marketing. Só eles para pensar nas necessidades do cliente em todas as ocasiões, inclusive na vontade devastadora que todos os integrantes do mundo corporativo têm de cortar os pulsos. A agência pensa nisso. Ela manda até o canivete. Cromado.
¹ Antes que historiadores sem imaginação me enviem hate mail dizendo que as pirâmides não foram construídas por alienígenas, e que não existia softwares, eu explico: História é muito boring. Absorvi 50% do que a professora dizia, e o restante eu completei com detalhes de minha autoria - como estes citados acima - para tornar a matéria mais interessante. Minhas notas são prova de que esta tese ainda não é quite understood na sociedade, mas estamos trabalhando nisso.
É como se fosse um reminder de que existe vida além do cubículo que habito. Como se fosse um sinal. Me sinto como a civilização egípcia quando recebeu visitas alienígenas, que construiram as pirâmides para eles. Inicialmente, as pirâmides seriam em forma de cilindro, mas o arquiteto alienígena errou os cálculos no software dele¹. Os egípcios deviam estar lá, entediados com a rotina de subir e descer pelo rio nilo, adorar diversos deuses e o blá blá blá de sempre... quando, de repente, recebem esta visita inusitada, e são lembrados de que there's more to acrobat than just reader, you know?
Pois bem. Hoje recebo uma caixa grande e pesada. Pensei com os meus botões que deveriam ser catálogos dentro da caixa, folders, etc.. essas coisas que nós, os marketeiros, fazemos.
Não me deixei abalar pela falta de esperança por um conteúdo interessante, e abri a caixa com a mesma voracidade de uma criança de 5 anos ganhando presentes de aniversário de uma tia gorda (por mais que você saiba que certamente não passa de um par de meias, você abre o pacote como se fosse um PlayStation 3).
E não é que era mesmo um presente? Sim!!
Um dos meus fornecedores me enviou um canivete suíço cromado.
Só podia ser brinde da minha agência de marketing. Só eles para pensar nas necessidades do cliente em todas as ocasiões, inclusive na vontade devastadora que todos os integrantes do mundo corporativo têm de cortar os pulsos. A agência pensa nisso. Ela manda até o canivete. Cromado.
¹ Antes que historiadores sem imaginação me enviem hate mail dizendo que as pirâmides não foram construídas por alienígenas, e que não existia softwares, eu explico: História é muito boring. Absorvi 50% do que a professora dizia, e o restante eu completei com detalhes de minha autoria - como estes citados acima - para tornar a matéria mais interessante. Minhas notas são prova de que esta tese ainda não é quite understood na sociedade, mas estamos trabalhando nisso.
Thursday, February 23, 2006
Match point - senta que lá vem a história!
Dizer que o filme é genial é redundante.
O Woody Allen é genial.
E qualquer filme dele faz com que eu me enxergue em vários momentos, com que eu me sinta muito menos sarcástica do que eu ainda hei de ser; me faz ver, fora da minha cabeça, cenas patéticas que eu já vivi. Me ensina a rir de mim mesma. É quase uma sessão de terapia. Não por serem gostosos de assistir, mas porque me provocam questionamentos. E os rever traz outros, e outros...
O Allen consegue simplificar o que é complexo e manter a profundidade. E isso exige um pouquinho de sensibilidade do espectador para entender. Mas não quero dizer que que quem não percebe nada disso ou não gosta seja insensível. Talvez não esteja afim de enxergar as coisas dessa forma - ou seja mais simples do que eu no seu modo de ver a vida. A arte existe para ser sentida, jamais entendida -- este é o meu bordão. A gente pode não gostar do que vê, mas não significa que seja um mau trabalho. Todo o esforço artístico é válido e deve ser estimulado.
Se eu gostei?
Sim, eu gostei. Apesar de ter descido "quadrado", de ter sido difícil de assitir e digerir, pois é uma história pesada e talvez até um pouco inverossímel, eu gostei muito.
A construção do filme é fantástica - o roteiro segue, na verdade, a dinâmica de uma ópera, que por sinal esteve presente em todos os momentos da história. Os livros e citações que ele usa para os personagens (destaque para Crime e Castigo, do Dostoiévski) são perfeitamente amarrados. Confesso que primeiro eu achei que a história era um pouco boba. Mas depois cheguei à conclusão de que ela é o pano de fundo pra uma análise absurda do comportamento humano e uma crítica sagaz pra esse mundo corporativo claustrofóbico, que nos mata sem que sequer percebamos. Aliás, destaque para a cena do Chris se sentindo "claustrofóbico" diante do momento e da ansiedade do porvir e, mais do que isso, claustrofóbico em sua própria vida. Também para a mensagem implícita de que o mundo corporativo é apenas uma entre milhares de possibilidades de se ganhar dinheiro e sobreviver e viajar e ter coisas - e ser feliz profissionalmente. Abrir mão do que realmente somos pode custar muito mais caro do que imaginamos. E apesar da sorte ser uma jogada da vida que pode nos ajudar ou prejudicar, ele deixou bem claro que a nossa felicidade plena não existe. A vida é feita de momentos, não podemos nos perder do agora e o que somos é o resultados do que escolhemos - tendo boa ou má sorte.
Pra concluir (se é que há uma conclusão), o filme é gravado em Londres. E trouxe muito do que eu estou indo procurar por lá. Na verdade eu acho que vou fazer o caminho oposto do Chris - sair da vida claustrofóbica e encontrar quem eu realmente sou. Acho que é mais simples do que eu estou pensando e sei que a viagem, na verdade, é dentro de mim. De qualquer forma, meu lado mais frívolo garante que viajar dentro de mim com um cenário londrino à volta será bem mais divertido e estimulante. :)
O Woody Allen é genial.
E qualquer filme dele faz com que eu me enxergue em vários momentos, com que eu me sinta muito menos sarcástica do que eu ainda hei de ser; me faz ver, fora da minha cabeça, cenas patéticas que eu já vivi. Me ensina a rir de mim mesma. É quase uma sessão de terapia. Não por serem gostosos de assistir, mas porque me provocam questionamentos. E os rever traz outros, e outros...
O Allen consegue simplificar o que é complexo e manter a profundidade. E isso exige um pouquinho de sensibilidade do espectador para entender. Mas não quero dizer que que quem não percebe nada disso ou não gosta seja insensível. Talvez não esteja afim de enxergar as coisas dessa forma - ou seja mais simples do que eu no seu modo de ver a vida. A arte existe para ser sentida, jamais entendida -- este é o meu bordão. A gente pode não gostar do que vê, mas não significa que seja um mau trabalho. Todo o esforço artístico é válido e deve ser estimulado.
Se eu gostei?
Sim, eu gostei. Apesar de ter descido "quadrado", de ter sido difícil de assitir e digerir, pois é uma história pesada e talvez até um pouco inverossímel, eu gostei muito.
A construção do filme é fantástica - o roteiro segue, na verdade, a dinâmica de uma ópera, que por sinal esteve presente em todos os momentos da história. Os livros e citações que ele usa para os personagens (destaque para Crime e Castigo, do Dostoiévski) são perfeitamente amarrados. Confesso que primeiro eu achei que a história era um pouco boba. Mas depois cheguei à conclusão de que ela é o pano de fundo pra uma análise absurda do comportamento humano e uma crítica sagaz pra esse mundo corporativo claustrofóbico, que nos mata sem que sequer percebamos. Aliás, destaque para a cena do Chris se sentindo "claustrofóbico" diante do momento e da ansiedade do porvir e, mais do que isso, claustrofóbico em sua própria vida. Também para a mensagem implícita de que o mundo corporativo é apenas uma entre milhares de possibilidades de se ganhar dinheiro e sobreviver e viajar e ter coisas - e ser feliz profissionalmente. Abrir mão do que realmente somos pode custar muito mais caro do que imaginamos. E apesar da sorte ser uma jogada da vida que pode nos ajudar ou prejudicar, ele deixou bem claro que a nossa felicidade plena não existe. A vida é feita de momentos, não podemos nos perder do agora e o que somos é o resultados do que escolhemos - tendo boa ou má sorte.
Pra concluir (se é que há uma conclusão), o filme é gravado em Londres. E trouxe muito do que eu estou indo procurar por lá. Na verdade eu acho que vou fazer o caminho oposto do Chris - sair da vida claustrofóbica e encontrar quem eu realmente sou. Acho que é mais simples do que eu estou pensando e sei que a viagem, na verdade, é dentro de mim. De qualquer forma, meu lado mais frívolo garante que viajar dentro de mim com um cenário londrino à volta será bem mais divertido e estimulante. :)
Tuesday, February 21, 2006
Preocupação parnasiana
Descobri que faço parte da geração isqueirinho.
Ontem, aos prantos, vendo o U2 naquela performance extraordinária e pensando em quantas vezes Bono assistirei ainda em 2006 europa afora, me lembrava do primeiro show que fui - Lulu Santos no Gigantinho... Isqueiros no ar, luzes apagadas, um mar de gente (porque show do Lulu na década de 90 lotava mesmo. A gente cantava e pulava com os hits dos anos 80 antes deles terem virado modinha de balonê) e a multidão cantando "eu gosto tanto de você que até prefiro esconder..."
Ontem o que brilhava no escuro eram os celulares.
Substitutos tecnológicos e menos periogosos para o isqueiro.
Safety first! (piada interna)
Me senti suuuuper moderna. :)
Ontem, aos prantos, vendo o U2 naquela performance extraordinária e pensando em quantas vezes Bono assistirei ainda em 2006 europa afora, me lembrava do primeiro show que fui - Lulu Santos no Gigantinho... Isqueiros no ar, luzes apagadas, um mar de gente (porque show do Lulu na década de 90 lotava mesmo. A gente cantava e pulava com os hits dos anos 80 antes deles terem virado modinha de balonê) e a multidão cantando "eu gosto tanto de você que até prefiro esconder..."
Ontem o que brilhava no escuro eram os celulares.
Substitutos tecnológicos e menos periogosos para o isqueiro.
Safety first! (piada interna)
Me senti suuuuper moderna. :)
MANIFESTO!
ONDE ESTAO OS POSTS DE BRUNINHA QUE ESTAVAM AQUI?
CADÊ A PARIS HILTON?
ONDE ESTÃO MEUS ÓCULOS?
E não quero um blog sem graça pra nós. Vocês foram discutir linha editorial no meio de stuck in a moment, comigo chorando, emocionadíssima! Dá um tempo, né! :P Exijo outra reunião. Pode ser quarta, ou sexta.
Aguardem meus e-mails de amanhã de manhã.
:P
Cadê a WTF liberdade de expressão? hein? hein?
CADÊ A PARIS HILTON?
ONDE ESTÃO MEUS ÓCULOS?
E não quero um blog sem graça pra nós. Vocês foram discutir linha editorial no meio de stuck in a moment, comigo chorando, emocionadíssima! Dá um tempo, né! :P Exijo outra reunião. Pode ser quarta, ou sexta.
Aguardem meus e-mails de amanhã de manhã.
:P
Cadê a WTF liberdade de expressão? hein? hein?
A cada hora, falta menos!!!
Quase não estou conseguindo trabalhar. Hoje almocei com Bruninha Gil e só pensava que gostaria de ter um msn que mandasse mensagens por ondas cerebrais a fim de que pudéssemos estabelecer uma conversa paralela àquele momento. Enfim, não dá para querer tudo!
Espero comprar meus tickets até o fim da semana. Sinto borboletas no estômago sem sequer ter encaminhado tudo pro visto.
Mas eu estou indo, entende???
Caramba, muito très hereuse, como diria o Caio.
Não, ele jamais diria très hereuse.
Primeiro por ser no feminino - e, Caio, me corrija se estiver "grafado erroneamente" (piada interna: Caio, could you spell it? :P).
Segundo pq... Caio, très hereux - grafei certo??? Hum... Soaria, no mínimo estranho. Talvez empolgado, com o humor levemente alterado para o lado positivo, se pudéssemos medir o humor em uma reta, daquelas das aulas de matemática...
Viajando na viagem
Minha queridíssima colega Carol que TEM cidadanina italiana (ela não quer casar comigo. definitivamente. seria tão mais fácil...) acabou de me mandar um super mapa de Londres online. Lógico, já é fundo de tela, claro. Mas mais do que isso: ela me chamou a atenção para a "area 1", maior concentração de coisas legais (não à toa o desenho que a demarca forma uma garrafa) e, claro, espaço garantido para os ricos (ou nem tanto) e famosos (ou nem tanto). Eu adorei a última parte e defini: nunca terei sido tão eu mesma como quando morar dentro da garrafa -- em Londres! :) O desenho abaixo ilustra a região:

Próximos passos
Ontem escrevi um e-mail para minha querida amiga belga, Salome.
Minha amigona Si tb ligou no sábado - 1 hora de call com Londres. Acho que foi a primeira vez que alguém me ligou de Londres! Foi tudo lindo, perfeito, descobri que vou ser vizinha pelo menos na primeira semana ou nos primeiros dias ou enquanto a Si me aguentar (hehehe) de uma colega de trabalho que está indo em março. A minha colega passou umas 3 vezes por mim hoje nos corredores da empresa e me chamou de vizinha. Já estou me sentindo em casa!
Well, mas agora são 16:45 e preciso preparar meu "five-o'clock-tea".
Afinal, se é para estar em Londres, tome chá como os ingleses! :)
Quase não estou conseguindo trabalhar. Hoje almocei com Bruninha Gil e só pensava que gostaria de ter um msn que mandasse mensagens por ondas cerebrais a fim de que pudéssemos estabelecer uma conversa paralela àquele momento. Enfim, não dá para querer tudo!
Espero comprar meus tickets até o fim da semana. Sinto borboletas no estômago sem sequer ter encaminhado tudo pro visto.
Mas eu estou indo, entende???
Caramba, muito très hereuse, como diria o Caio.
Não, ele jamais diria très hereuse.
Primeiro por ser no feminino - e, Caio, me corrija se estiver "grafado erroneamente" (piada interna: Caio, could you spell it? :P).
Segundo pq... Caio, très hereux - grafei certo??? Hum... Soaria, no mínimo estranho. Talvez empolgado, com o humor levemente alterado para o lado positivo, se pudéssemos medir o humor em uma reta, daquelas das aulas de matemática...
Viajando na viagem
Minha queridíssima colega Carol que TEM cidadanina italiana (ela não quer casar comigo. definitivamente. seria tão mais fácil...) acabou de me mandar um super mapa de Londres online. Lógico, já é fundo de tela, claro. Mas mais do que isso: ela me chamou a atenção para a "area 1", maior concentração de coisas legais (não à toa o desenho que a demarca forma uma garrafa) e, claro, espaço garantido para os ricos (ou nem tanto) e famosos (ou nem tanto). Eu adorei a última parte e defini: nunca terei sido tão eu mesma como quando morar dentro da garrafa -- em Londres! :) O desenho abaixo ilustra a região:

Próximos passos
Ontem escrevi um e-mail para minha querida amiga belga, Salome.
Minha amigona Si tb ligou no sábado - 1 hora de call com Londres. Acho que foi a primeira vez que alguém me ligou de Londres! Foi tudo lindo, perfeito, descobri que vou ser vizinha pelo menos na primeira semana ou nos primeiros dias ou enquanto a Si me aguentar (hehehe) de uma colega de trabalho que está indo em março. A minha colega passou umas 3 vezes por mim hoje nos corredores da empresa e me chamou de vizinha. Já estou me sentindo em casa!
Well, mas agora são 16:45 e preciso preparar meu "five-o'clock-tea".
Afinal, se é para estar em Londres, tome chá como os ingleses! :)
Sunday, February 19, 2006
Esclarecimentos
Antes que aqueles que lerem este blog pensem que Bruninha está doida, conversando com macaquinhos em sua cabeça, cá estou eu. Sim, dentro em breve serei mais uma brasileira em Londres para estudar, trabalhar, prospect the British, viajar pela Europa e fazer muuuuuita festa - afinal, ninguém é de ferro.
Caio, nosso querido, gentleman e idolatrado amigo que no auge dos seus 21 anos fala /plese/ ao invés de /plis/, because he is almost a British, deve se apresentar nos próximos dias e, segundo suas próprias palavras, dominar o campinho por aqui. Coisa de gente que vai morar em Paris, sabe? O Caio fala 6 idiomas e 13 dialetos, é capaz de conversar com sua sombra e derreter os mais rijos corações - mesmo não dando a menor importância para isso. Apesar de tudo ele é uma boa pessoa e vez em quando entra na vida de seres mais comuns (vide as oportunidades em que conheceu a mim e Bruninha). :)
Anyway, somos amigos, amigos do peito amigos de uma vez (SIMONY, 1984) e queremos, no fundo, diminuir a saudade que já começou a bater através deste threesome intercontinental. Aqueles que quiserem "viajar" conosco, sentem-se, aproveitem a 'janelinha' e deixem sempre recados.
The travel has already started!
Caio, nosso querido, gentleman e idolatrado amigo que no auge dos seus 21 anos fala /plese/ ao invés de /plis/, because he is almost a British, deve se apresentar nos próximos dias e, segundo suas próprias palavras, dominar o campinho por aqui. Coisa de gente que vai morar em Paris, sabe? O Caio fala 6 idiomas e 13 dialetos, é capaz de conversar com sua sombra e derreter os mais rijos corações - mesmo não dando a menor importância para isso. Apesar de tudo ele é uma boa pessoa e vez em quando entra na vida de seres mais comuns (vide as oportunidades em que conheceu a mim e Bruninha). :)
Anyway, somos amigos, amigos do peito amigos de uma vez (SIMONY, 1984) e queremos, no fundo, diminuir a saudade que já começou a bater através deste threesome intercontinental. Aqueles que quiserem "viajar" conosco, sentem-se, aproveitem a 'janelinha' e deixem sempre recados.
The travel has already started!
Wednesday, February 15, 2006
Fake Places
Londres não existe.
Londres não passa de uma versão moderna de "O problema não é você, sou eu". Londres é a nova moda de quem não me aguenta mais. Vamos sair? Não dá, vou para Londres. Que tal um cinema? Não posso, estou em Londres. Tu tá terminando comigo? Sim, vou pra Londres.
Segundo o Caio, se um dia eu resolvesse ir para Londres, um tsunami de pessoas fugindo de Londres ocorreria. Thanks. It's really comforting.
Mas sinceramente? Londres não passa de uma salinha branca num edifício comercial do centro de Porto Alegre. Fica ali na Andradas, por sinal. É lá que os supostos 'new-british' se escondem, porque afinal de contas eu não posso vê-los, certo?
E eles ficam lá, jogando Banco Imobiliário e falando de mim. Às vezes, eles pedem comida chinesa e entram no meu fotolog. E saem de madrugada, quando tem certeza de que eu já estou dormindo e não existe a chance de flagrá-los em Porto Alegre. Logicamente que existe um plano estruturado neste caso de emergência, algo do tipo "ahn, eu vim porque... porque era a formatura da minha irmã sabe? esqueci de te avisar". Yea. Right. As if.
Eu precisava confirmar a minha teoria, mas não queria causar um desastre demográfico (no caso de o Caio estar certo). Sendo assim, decidi enviar uma espiã de confiança à boa e velha cidade do Big Ben. E também integrei um agente extra na missão, com destino a Paris (just in case - vai que Londres era apenas o codinome do esconderijo?).
No presente momento, este blog está sendo escrito à 4 mãos - minhas e da Ari. Em breve, as duas mãos do Caio voltarão de Punta del Este, e o cast estará completo. Podemos ser encontrados em Porto Alegre, por enquanto. Num futuro não muito distante, Ari será a nossa correspondente britânica. Quanto ao Caio, ele será o contato parisiense, logo em seguida. At last, but not at least, imagino que estarei residindo em Porto Alegre pelos próximos meses(?), mas nunca se sabe.
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